quinta-feira, 4 de junho de 2009

Gripe suína (h1n1)



O que é?

A gripe suína e uma doença respiratória que teve origem nos porcos a partir da combinação genética de diferentes vírus. Todos os vírus de gripe mudam constantemente. Os porcos podem ser infectados por o vírus de gripe aviaria e humana. Quando estes contaminam o porco, existe uma mistura genética, desenvolvendo o actual vírus H1N1, que conseguiu vencer a barreira entre as espécies, podendo-se propagar e contagiar rapidamente o homem.

Como se transmite?

O H1N1 e transmitido aos humanos através do contacto com as mucosas nasais, fezes ou aguas utilizadas pelos porcos. Na sua variante, o vírus, que raramente contagiava humanos, propagasse através do ar, contaminado os humanos.

Principais Sintomas.

Os principais sintomas causados por esta febre são: febre alta (superiores a 38ºC), tosse frequente e intensa, dor de cabeça, falta de apetite, congestionamento nasal, mal-estar.

Precauções.

Deve-se ter em atenção certas pregações como não compartilhar alimentos e utensílios; lavar as mãos depois de estarem em contacto com alguma superfície num sítio público; evitar alterações bruscas de temperatura; consultar um medica logo que surjam sintomas.

Como tratar?

Os portugueses que se vacinaram contra a gripe estão parcialmente protegidos contra o vírus H1N1. Os especialistas acrescentaram que a gripe suína pode ser tratada com antibióticos já existentes no mercado.

Curiosidades sobre o vírus Influenza (H.N.).

Influenzavirus A é um género da família de vírus Orthomyxoviridae. Influenzavirus A inclui uma única espécie: Influenza A, vírus que causa influenza em aves e alguns mamíferos.Influenza A subtipo H1N1 também conhecido como A(H1N1), é um subtipo de Influenzavirus A e é a causa mais comum da influenza (gripe) em humanos.

A gripe espanhola, também conhecida como gripe pneumónica, foi uma estirpe de gripe aviaria tipicamente severa e letal, que matou entre 50 a 100 milhões de pessoas em todo o mundo ao longo de cerca de um ano em 1918 e 1919. Pensa-se que tenha sido a mais mortífera das pandemias da história da Humanidade. Foi causada pelo subtipo H1N1 do Influenzavirus A.

A Gripe de Hong Kong foi a terceira pandemia de gripe do século XX. Ocorreu em 1968, com o aparecimento de uma nova variação maior na hemaglutinina do vírus Influenza A (H3N2), que deu origem a um novo subtipo. Esta variante antitética produziu em Hong Kong, em meados de Julho, uma epidemia de grande extensão, cuja origem parece ter sido a China, de onde se propagou ao mundo, seguindo as mesmas linhas de difusão que a gripe asiática. Este vírus foi a causa de morte para cerca de 1 milhão de pessoas.

A pandemia da Gripe Asiática iniciou-se em Fevereiro de 1957, no norte da China, tendo o primeiro isolamento do vírus sido feito em Pequim. Da China, a epidemia passou, em meados de Abril, a Hong Kong e Singapura, de onde se difundiu para a Índia e Austrália. Durante os meses de Maio e Junho, o vírus dissemina-se por todo o Oriente. Em Julho e Agosto, estende-se a África, atingindo a Europa nos meses seguintes e os EUA entre Outubro e Novembro. O vírus atinge assim a população mundial em menos de 10 meses. Este vírus foi causa de morte para cerca de 1milhao a 1.5milhoes de pessoas.


Fonte: jornal de noticias

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Exame simples pode detectar risco de Alzheimer ainda na juventude



Um exame que detecta hiperactividade numa região do cérebro com funções vitais na memória poderá bastar para indicar se um adulto jovem corre mais risco de desenvolver Alzheimer décadas depois, podendo assim ser tratado precocemente.


Esta é a principal conclusão de um estudo realizado pela Universidade de Oxford e do Imperial College de Londres em que foi comparada a actividade cerebral de 36 voluntários com idades entre 20 e 35 anos através de imagiologia por ressonância magnética, sendo metade deles portadora do gene ApoE4, relacionado com a doença.


Os investigadores consideram que os portadores do gene ApoE4, ligado à hiperactividade no hipocampo, têm mais possibilidades de desenvolver a doença do que os não portadores. A descoberta poderá ser um primeiro passo para desenvolver um método simples de identificação de pessoas com mais possibilidades de desenvolver a doença quando ainda são jovens.


Desta forma, através de um simples exame, será possível aconselhar um tratamento precoce a quem tenha um risco mais elevado de sofrer de Alzheimer. O estudo baseou-se nas conclusões de uma investigação anterior, segundo as quais quem herda uma cópia do gene ApoE4, relacionado com a doença, tem quatro vezes mais possibilidades de a contrair. As pessoas que herdam duas cópias do gene (os genes costumam formar pares) correm dez vezes mais riscos, embora os investigadores recordem que nem todos os portadores o desenvolverão obrigatoriamente.

Fonte: ciencia de hoje

Rituais diários de higiene são desvalorizados pelos portugueses


As primeiras conclusões de um estudo efectuado pela Associação Portuguesa de Psoríase, com o objectivo de saber qual a percepção dos portugueses sobre a sua pele, doenças cutâneas, e quais os cuidados que este órgão requer para se manter saudável, permitem perceber que o desconhecimento é bastante elevado.

Ainda que 89 por cento reconheça que precisa de atenção, apenas 25 por cento a cuida diariamente. Uma das rotinas mais praticadas por ambos os sexos é a lavagem, sendo que 21 por cento dos homens não tem qualquer tipo de cuidados (lavagem, hidratação, esfoliação, tonificação).

Quanto mais flexível, elástica e hidratada estiver a pele, menos descama e fica irritada e, por isso, devemos aplicar diariamente cremes e loções com conteúdo rico em lípidos de forma a reforçar a quantidade de gordura natural que existe à superfície para manter a água existente nas células.

O banho faz parte dos cuidados básicos, mas para limpar a pele sem que ela fique áspera, vermelha ou a descame, como acontece com sabões vulgares, deve usar-se um gel de banho que tenha um pH fisiológico compatível com o tipo de cada pessoa, que retire a sujidade sem alterar a camada protectora e que não deixe resíduos irritantes.


É fácil adoptar hábitos mas deve-se conjugar a acção de limpeza com a função hidratante ou, em termos médicos, função emoliente. Após o banho é fundamental, porque “não é o produto que coloca água na pele; o que os lípidos deste fazem é selar a água nas células, que entrou por osmose. E a reposição deste filme hidrolipídico confere-lhe elasticidade e maior resistência. Quando questionados sobre o seu tipo de pele, 27 por cento dos inquiridos admite ter uma superfície cutânea seca. Cruzando este dado com o facto de a grande maioria destes não a hidratar diariamente, pode-se constatar que este é um cenário que se poderá tornar preocupante.

Fonte: super interessante

Mutação de gene em vermes pode explicar alcoolismo nos humanos



Cientistas da Universidade de Liverpool encontraram uma mutação genética em vermes que pode explicar o alcoolismo nos humanos. O trabalho está relacionado com um estudo levado a cabo pela Universidade de Saúde e Ciência do Oregon em ratos. Os investigadores estudaram esses espécimes, centrando-se especificamente no papel que o gene desempenha na comunicação entre as células e o sistema nervoso.


O estudo especifica a forma como o aminoácido se desenvolve numa proteína chamada UNC-18, ou MUNC 18 nos humanos, um componente essencial do nosso organismo. Segundo os cientistas, ocorrem mudanças que se dão naturalmente nesses genes e como resultado o sistema nervoso torna-se menos sensível aos efeitos do álcool, permitindo que o corpo consuma mais.


O consumo de bebidas alcoólicas pode afectar o organismo de várias formas. Se forem tomadas em baixas concentrações pode deixar o nosso corpo mais alerta, mas se for em grandes quantidades pode reduzir a actividade, provocando um motor de disfunção e falta de coordenação.


Foi usado como objecto de estudo a minhoca para entender como é que esse gene interfere na tolerância ao álcool, já que todos os genomas do espécime foram identificados e correspondem aos dos humanos e têm a mesma função no sistema nervoso. o estudo recai nas alterações em aminoácidos em duas vermes geneticamente idênticas. Uma tinha exactamente a mesma mutação que os americanos encontraram em ratos e a outra tinha uma alteração diferente. Ambas mudaram a forma como comunicam as células e o sistema nervoso. A modificação leva uma redução do comportamento negativo provocado pelo efeito do álcool e, portanto, pode-se consumir mais sem que o organismo reaja mal.

Fonte: super interessante



domingo, 26 de abril de 2009

Sono limpa cérebro para dar lugar a novas informações!

Uma equipa de investigadores norte-americanos concluiu que o sono ajuda a limpar o cérebro de informações desnecessárias e a dar lugar a novas aprendizagens. Paul Shaw e a sua equipa de investigadores na University School of Medicine de Saint Louis, que estudam a mosca da fruta, começaram por querer saber quantas ligações neuronais ou uniões de células se alteram durante o sono.


Para os neurologistas, a criação de novas ligações entre neurónios (sinapses) é uma forma fundamental do cérebro codificar recordações e aprendizagens, mas como estas não podem manter-se indefinidamente, é aí que o sono desempenha o seu papel. Neste sentido, a função principal do sono seria libertar o cérebro das informações irrelevantes registadas no dia anterior. Segundo os investigadores, é possível seguir a criação de novas sinapses no cérebro da mosca da fruta num momento de aprendizagem e mostrar como o sono diminui o número de sinapses. Os cientistas vêem nestas moscas um bom modelo para estudar o sono nos humanos, já que, como as pessoas, estes insectos precisam de seis a oito horas de sono por noite e mostram sinais físicos e mentais de privação quando não dormem o suficiente.


A descoberta reforça a ideia de que é essencial dormir bem de noite para consolidar as memórias importantes da véspera e eliminar as que estão a ocupar espaço desnecessariamente.
Fonte: cienciadehoje.pt

sábado, 28 de março de 2009

O sangue "artificial"


É um estudo que está a ser desenvolvido por cientistas, que visam criar sangue humano artificialmente fabricado, isto é, a partir de células estaminais.
Este estudo irá durar três anos e será coordenado pelo Serviço Nacional de Transfusão de Sangue da Escócia.
Assim, o caminho para a possibilidades de podermos ter sangue de emergência nos hospitais está cada vez mais perto.
Para além dessa, existe outra enorme vantagem, que é o facto de o sangue artificialmente produzido ser isento de qualquer tipo de doença, mesmo as mais difíceis de detectar...
Os pesquisadores testarão embriões humanos descartados após tratamentos de fertilização in-vitro para encontrar aqueles destinados a se desenvolver no grupo sanguíneo O-negativo, o grupo de doadores universais.Este, pode ser doado para qualquer pessoa sem riscos de rejeição e é a única opção segura quando o tipo sanguíneo do paciente é desconhecido ou não pode ser determinado imediatamente.Esse tipo de sangue tem uma fonte de doadores limitada, porque somente 7% da população está dentro desse grupo sanguíneo.

É claro também, que não há nada que, apenas traga vantagens...
A realidade é que para a produção deste tipo de células artificiais, neste caso, as hemáticas, é necessário que os embriões humanos sejam manipulados, o que quererá dizer que os embriões usados iram morrer após manipulação, e portanto, este é um impacto negativo deste tipo de produção.

In http://www.bbc.co.uk/portuguese

Pico da capacidade mental, dá-se aos 22 anos

É o que diz uma pesquisa de cientistas americanos, que sugere que a capacidade mental de uma pessoa começa a deteriorar aos 27 anos, marcando o início do processo de envelhecimento.
Timothy Salthouse, da Universidade de Virgínia,foi o cientista responsavel por esta descoberta, e ele diz que o auge do nosso cérebro, nomeadamente da agilidade mental, raciocínio e visualização espacial dá-se aos 22 anos e entram em declínio perto dos 30.
O estudo, publicado na revista Neurobiology of Aging, foi feito ao longo de sete anos e incluiu 2 mil pessoas saudáveis com idades de 18 e 60 anos.
Os participantes tiveram que resolver quebra-cabeças, lembrar-se de palavras e detalhes de histórias, além de identificar padrões em grupos de letras e símbolos.Os testes são os mesmos já utilizados por médicos para procurar sinais de demência.
Em nove dos 12 testes realizados, a média de idade dos indivíduos que tiveram o melhor desempenho foi de 22 anos.
A idade em que se observou uma piora marcante no desempenho dos participantes em testes de agilidade mental, raciocínio e habilidade para resolver quebra-cabeças visuais foi 27.
Funções como a memória ficaram intactas até os 37 anos, em média, e as habilidades baseadas no acúmulo de informações, tais como desempenho em testes de vocabulário e conhecimentos gerais, aumentaram até os 60 anos de idade.
Segundo Salthouse, os resultados sugerem que "alguns aspectos do declínio da função cognitiva em adultos com boa saúde e nível de instrução começam aos 20 e poucos ou 30 e poucos anos".

Cá está uma noticia que poderia mudar a legislação do pais.
Nomeadamente a reforma, que agora se fixou nos 65 anos de idade...
Bem, como nós podemos ler nesta noticia, se o declinio cerebral dá-se por volta dos 27 / 30 anos então, quando chegamos aos 65 que aptidões terão os empregados para desempenharem a mesmas funções que desempenhavam anos antes, e qual será o rendimento e a produção dos mesmos, se já nem o proprio cerebro ajuda?


In http://www.bbc.co.uk/portuguese

Radiação prejudicial aos animais

Foi o resultado do estudo publicado na revista especializada Biology Letters, liderado pelo professor Timothy Mousseau, da Universidade da Carolina do Sul, nos Estados Unidos, e por Andrés Moller, da Université Paris-Sud em que Ambos os cientistas concluíram que as populações de espécies de abelhas, borboletas, gafanhotos, libélulas e aranhas foram afetadas pela radiação provocada pela explosão da central nuclear de chernobyl. Neste estudo, os cientistas usaram o que Mosseau descreveu como "técnicas ecológicas padrão" - usando "linhas" em áreas seleccionada e contando o número de insectos e teias de aranhas que eles encontram ao longo destas linhas. Ao mesmo tempo, os pesquisadores usaram unidades manuais de GPS e aparelhos para monitorar os níveis de radiação."Usamos as linhas nas áreas contaminadas em Chernobyl, em terra contaminada na Bielorrússia e em áreas livres de contaminação", disse Mousseau.

Pesquisadores contaram os insectos e teias de aranha na zona de exclusão:"Encontramos o mesmo padrão básico nessas áreas – os números de organismos declinam com o aumento da contaminação."

Este é uma enorme desvantagem da utilização e manipulação de matérias radioactivos. E este acontecimento não se trata de algo isolado, mas como podemos ver, um acontecimento em larga escala, quer geográfica, quer temporal, uma vez que uma explosão deste tipo produz efeitos devastadores num raio de muitos quilómetros, mas para além disso, provoca a diminuição da quantidade de animais e plantas(fauna e flora) ali existentes.

E para alem destes efeitos serem altamente perigosos para qualquer tipo de ser vivo, os seus efeitos duram por longos anos…

In http://www.bbc.co.uk/portuguese/

O Raro coral Negro!!

Foram encontradas em Itália, cinco colónias do coral Antipathes dichotoma a cerca de 150 m de profundidade, no Golfo de Lamezia, na Calábria (região no sul da Itália), por pesquisadores do Instituto Superior para a Protecção e Pesquisa Ambiental.

Este tipo de coral é raríssimo e nunca tinha sido fotografado nem filmado antes, e a última vez que a espécie tinha sido vista, foi em 1946, no Golfo de Nápoles. O que faz com que esta seja uma espécie muito pouco conhecida a nível cientifico!

Este é um exemplo de espécies que o humano já tinha pensado estar extinta, mas que na realidade não está, e por isso a natureza surpreende-nos sempre…
Agora esperemos é que este precioso coral, não seja o motivo de explorações ilegais por parte de diversas organizações cujo objectivo e ganhar dinheiro á conta de vendas de ilegais de seres…

IN http://www.bbc.co.uk/portuguese

Confusões mentais nos idosos! Quais as causas?

Ao nascermos, 90% do nosso corpo é constituído de água. Na adolescência, isso cai para 70%. Na fase adulta, para 60%. Na terceira idade, que começa aos 60 anos, temos pouco mais de 50% de água. Isso faz parte do processo natural de envelhecimento. Portanto, de saída, os idosos têm menor reserva hídrica. Mas há outro complicador: mesmo desidratados, eles não sentem vontade de tomar água, pois os seus mecanismos de equilíbrio interno não funcionam muito bem.

Explico: nós temos sensores de água em várias partes do organismo. São eles que verificam a adequação do nível. Quando ele cai, acciona-se automaticamente um "alarme". Pouca água significa menor quantidade de sangue, de oxigénio e de sais minerais em nossas artérias e veias. Por isso, o corpo "pede" água. A informação é passada ao cérebro, a gente sente sede e sai em busca de líquidos.

Nos idosos, porém, esses mecanismos são menos eficientes. A detecção de falta de água corporal e a percepção da sede ficam prejudicadas. Alguns, ainda, devido a certas doenças, como a dolorosa artrose, evitam movimentar-se até para ir tomar água. Conclusão: idosos desidratam-se facilmente não apenas porque possuem reserva hídrica menor, mas também porque percebem menos a falta de água em seu corpo.

Além disso, para a desidratação ser grave, eles não precisam de grandes perdas, como diarreias, vómitos ou exposição intensa ao sol. Basta o dia estar quente ou a humidade do ar baixar muito - como tem sido comum nos últimos meses. Nessas situações, perde-se mais água pela respiração e pelo suor. Se não houver reposição adequada, é desidratação na certa. Mesmo que o idoso seja saudável, fica prejudicado o desempenho das reacções químicas e funções de todo o seu organismo. Por isso, mesmo que não tenhamos sede ou não queremos levantar-nos do sofá para beber água….lembre-se que ela é indispensável á vida e que não custa nada beber mais um copo antes de nos deitarmos!

In www.portaldomeioambiente.org.br

Plantas que “falam”!

É claro que as plantas não falam…pelo menos por enquanto…
Bem, é que foi desenvolvido há bem pouco tempo, um aparelho que, nos avisa sempre que uma planta precisa de água.
Denominado de Botanicalls, o aparelho é composto por um conjunto de sensores, ligados a uma placa de circuito, que medem a humidade da terra e transmitem a informação a um micro controlador que está alojado num aparelho denominado de twitter.
Para alem de ser um aparelho muito inovador, também possui muitas outras funções, como por exemplo ajustar o tipo de terreno e o tipo de planta que se trata, uma vez que diferentes espécies necessitam de diferentes quantidades de água.
É sem duvida uma óptima forma de aplicar as novas tecnologias que se têm desenvolvido, e assim, as pessoas mais esquecidas, vão finalmente ter uma forma de lhes dizer que têm uma planta com sede e a precisar de água urgentemente…


In http://sol.sapo.pt/

sexta-feira, 27 de março de 2009

Organismos Genetiacmente Modificados ( Mega-post)

Organismos Geneticamente Modificados

Organismos geneticamente modificados (OGM) são organismos cujo material genético foi modificado através técnicas de engenharia genética. Estas técnicas, geralmente conhecidas como tecnologia de ADN recombinante,isto é, uso de ADN moléculas de diferentes fontes que são combinadas em uma molécula para criar um novo conjunto de genes. Esse ADN é então transferido para um organismo, dando-lhe genes modificados. Organismos transgénicos, um subconjunto de OGM, são organismos que têm inserido ADN que originou numa espécie diferente.

História
O princípio geral de produção de OGM é adici
onar um novo material genético do organismo no genoma de outro ser. Isso é chamado de engenharia genética e foi possível graças à descoberta do ADN e da criação do primeiro recombinante bactérias em 1973. Isto levou a preocupações na comunidade científica sobre os potenciais riscos de engenharia genética, que foram exaustivamente debatidas na Conferência Asilomar. Uma das principais recomendações resultantes desta reunião foi que o governo superintendência do ADN recombinante investigação deve ser estabelecido até que a tecnologia era considerada segura. Herbert Boyer, em seguida, fundou a primeira empresa a utilizar tecnologia do ADN recombinante. Genentech, e em 1978 a empresa anunciou a criação de uma E.Coli de estirpe humana que produzia a proteína insulina. Em 1986, testes de campo de bactérias geneticamente projetada para proteger as plantas das geadas em uma pequena empresa chamada biotecnologia Advanced Genetic Sciences de Oakland, Califórnia, foram repetidamente adiadas por opositores da biotecnologia. No mesmo ano, uma proposta de teste de campo de um microorganismo geneticamente manipulados com uma praga resistência proteína pela Monsanto foi abandonada.


Usos

OGM tem uma ampla aplicaçãos. Eles são usados em pesquisas médicas e biológicas, produção de produtos farmacêuticos, medicina experimental (por exemplo, a terapia genética), e na agricultura (por exemplo, arroz dourado). O termo "organismo geneticamente modificado", não implica sempre, mas pode incluir, orientada inserções de genes de uma espécie para outra. Por exemplo, um gene de uma água-viva, que codifica para uma proteína fluorescente chamada GFP, podem ser ligados fisicamente e, portanto, co-expressa com mamíferos genes para identificar a localização da proteína codificada pelo gene GFP-tagged mamíferos na célula. Tais métodos são ferramentas úteis para biólogos em muitas áreas de investigação, incluindo os que estudam os mecanismos de recursos humanos e de outras doenças, ou os processos biológicos fundamentais em eucariotas ou células procarióticas.
Até à data, a mais ampla aplicação da tecnologia dos OGM é protegido por patente culturas alimentares que são resistentes a herbicidas ou comercial são capazes de produzir pesticidal proteínas a partir de dentro da fábrica. A maior parte das culturas geneticamente modificadas plantadas a nível mundial são de propriedade da Monsanto, de acordo com a empresa. Em 2007, a Monsanto do traço tecnologias foram plantados em 246 milhões de acres (1000000 km 2) em todo o mundo, um crescimento de 13 por cento a partir de 2006.
Segundo o Serviço Internacional para Aquisição de Agri-Biotech Applications (ISAAA), dos cerca de 8,5 milhões de agricultores que cresceu culturas biotecnológicas em 2005, cerca de 90% foram de recursos aos agricultores pobres dos países em desenvolvimento. Estes incluem cerca 6,4 milhões de agricultores em áreas de cultivo de algodão da China, um número estimado de 1 milhão de pequenos agricultores na Índia, os agricultores de subsistência a Makhathini apartamentos na província de Kwazulu Natal África do Sul, mais de 50000, nas Filipinas e em sete outros países em desenvolvimento onde as culturas biotecnológicas foram plantadas em 2005.
Os Animais transgénicos também estão se a tornar úteis comercialmente. Em 6 de Fevereiro de 2009 os E.U. Food and Drug Administration aprovou o primeiro medicamento biológico humano produzido a partir de um desses animais, uma cabra. A droga, ATryn, é um anticoagulante, que reduz a probabilidade de coágulos sanguíneos durante a cirurgia ou parto. É extraído a partir do leite de cabra.

VANTAGENS:

Aumento da produção e produtividade;

Melhoria da qualidade das sementes;

· Melhoramento das propriadades nutritivas;

• Redução dos custos de produção (menores danos às plantas, menores

Perdas pelo ataque de pragas, redução no número de pulverizações e

Menor persistência de substancias no meio ambiente).

DESVANTAGENS:

Custo inicial alto;

Controle tecnológico nas mãos de poucas empresas transnacionais;

Risco de escape gênico no meio ambiente,

Produção de proteínas alergênicas;

Produção de compostos tóxicos;

Redução da qualidade nutricional dos alimentos;

Ameaça à segurança alimentar;

Aparecimento de novos vírus na Natureza.

Controvérsia

A utilização dos OGM tem suscitado controvérsia significativa em muitas áreas. Alguns grupos ou indivíduos ver a geração e utilização de OGM como intolerável intromissão com estados ou processos biológicos que têm evoluído naturalmente ao longo de grandes períodos de tempo, enquanto outros estão preocupados com o limitações da ciência moderna para compreender plenamente o potencial negativo de todas as ramificações da manipulação genética.
A segurança dos OGM no foodchain tem sido questionada, com preocupações como as possibilidades que os OGM poderiam introduzir novos alérgenos em alimentos, ou contribuir para a disseminação da resistência aos antibióticos. Esta situação levou à aprovação de leis e regulamentos que requerem da segurança de qualquer novo organismo produzido para consumo humano.
Enquanto alguns grupos defendem a proibição total de OGM, outros apelam a rotulagem obrigatória de alimentos geneticamente modificados ou de outros produtos. Outras controvérsias incluem a definição de patente e de propriedade relativos a produtos de engenharia genética ea possibilidade de imprevistos efeitos locais e globais, como resultado de organismos transgénicos proliferam. A base as questões éticas envolvidas na pesquisa genética são discutidos no artigo sobre engenharia genética.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Investigadores do Porto explicam o porquê de regiões cerebrais serem mais susceptíveis a doenças neurodegenerativas

Investigadores do Serviço de Farmacologia da Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto desenvolverem um estudo que explica porque é que algumas regiões do cérebro são mais susceptíveis à neurodegenerescência.
De acordo com os investigadores, esta descoberta científica permitirá compreender melhor as doenças neurodegenerativas, como a de Parkinson ou a de Huntington, por exemplo, identificar novos alvos terapêuticos e potenciar o desenvolvimento de fármacos neuroprotectores mais eficazes.
Os dois investigadores da Universidade do Porto centraram o seu estudo nas regiões cerebrais denominadas córtex e estriado, sabendo, à partida, que esta última é particularmente vulnerável a patologias neurológicas, como a Doença de Huntington.
Com base nesta premissa desenvolveram um modelo experimental inovador de observação das alterações na funcionalidade das mitocôndrias (indispensáveis ao bom funcionamento celular) nas células nervosas, quando submetidas a estímulos neurotóxicos.
Segundo os investigadores, o modelo é metodologicamente inovador porque, em traços gerais, permite avaliar em células vivas parâmetros que anteriormente exigiam a ruptura das células cerebrais e a extracção das mitocóndrias. Ao preservar a identidade e a integridade celular, o modelo possibilita o estudo das mitocôndrias no seu 'habitat' natural, o que constitui uma maior aproximação ao real funcionamento do cérebro.

Fonte: super interessante

quarta-feira, 11 de março de 2009

Mulheres têm mais problemas de visão do que homens


Um estudo realizado no Brasil, durante oito meses com 960 pacientes - sendo 540 mulheres e 420 homens com idade entre 23 e 65 anos - demonstra que na população feminina os problemas visuais não relacionados à presbiopia e aos erros refrativos (miopia, astigmatismo e hipermetropia) são 50 por cento maiores do que entre homens.

A mulher está em metamorfose, já responde por mais de 40 por cento dos postos de trabalho e tem uma sobre-vida maior que o homem segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Estas conquistas, porém, vieram acompanhadas do crescimento de algumas doenças como diabetes e hipertensão e fizeram crescer problemas na visão.

Os factores que mais contribuem para esta incidência são as flutuações hormonais, mudanças de hábito como o aumento do uso de computadores e lentes de contacto, maior desgaste devido a dupla jornada de trabalho, além da crescente ocorrência de hipertensão e de diabetes entre mulheres. O nosso organismo é um sistema que funciona em conjunto e a maioria das mulheres não se dão conta de que os hormônios sexuais femininos e sua reposição na pós-menopausa influenciam na saúde visual.


Fonte: Ciencia de hoje

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Solidão é tão mau quanto o cigarro!

Ficar só pode fazer tão mal ao nosso organismo quanto o cigarro e a obesidade, descobriram pesquisadores da Universidade de Chicagopes. A sensação de rejeição aumenta a pressão sanguínea, e os níveis de estresse e a hipotese de desenvolver Alzheimer. Os solitários também têm dificuldade para dormir e uma diminuição de glóbulos brancos no sangue - o que atrapalha o sistema imunológico. Fora todos os outros problemas psicológicos que causa, como a depressão e alguns distúrbios sociais.Segundo a pesquisa, isso pode ser um belo de um problema para as próximas décadas, já que as pessoas estão cada vez mais individualistas.

Fonte: revista super interessante

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Sardinha ou salmão assados perto das brasas podem conter compostos cancerígenos


Sardinhas ou postas de salmão bem assadas e perto das brasas adquirem compostos carcinogénicos, conclui uma equipa de investigadores da Universidade do Porto num estudo aceite para publicação na revista da Sociedade Americana de Química.


"Tudo depende da temperatura e do tempo de cocção, já que esses dois factores têm influência na quantidade e no tipo de aminas aromáticas heterocíclicas (AAHs), os carcinogénicos em estudo", disse à Lusa a principal autora, Isabel Ferreira, do Serviço de Bromatologia da Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto.


O estudo - a publicar no Journal of Agricultural and Food Chemistry da American Chemical Society - avaliou a formação destes AAHs tanto na sardinha (Sardina pilchardus), como no salmão atlântico (Salmo salar) cozinhados sobre grelha em carvão.


Em relação às sardinhas, quando estas foram assadas perto das brasas e durante apenas quatro minutos de cada lado, ou afastadas do carvão, as investigadoras não detectaram AAHs. Todavia, bastou deixá-las a assar perto do carvão seis a sete minutos de cada lado para encontrarem quantidades significativas daqueles compostos.


Foram também comparados os efeitos da utilização do carvão e da resistência eléctrica na formação dos AAHs em postas de salmão grelhadas sujeitas ao mesmo grau de cocção, considerado como bem passado. Nesta avaliação, os teores mais elevados de AAHs foram observados nas postas de salmão grelhadas na brasa, perto da fonte de calor, onde as temperaturas rondavam os 280-300 graus Celsius.
Fonte: cienciahoje.pt

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Florestas africanas aumentam a absorção de CO2 da atmosfera


As florestas do continente africano absorvem cada vez mais dióxido de carbono (CO2), à semelhança do que acontece na Amazónia, revelou um estudo internacional.Uma investigação levada a cabo por 79 laboratórios dos Estados Unidos, Europa, África e Ásia demonstrou que, no período entre 1969 e 2007, a absorção de dióxido de carbono pelas árvores da floresta africana aumentou à semelhança do que foi registado na floresta amazónica (0,63 toneladas por hectare por ano).

"As florestas tropicais africanas desempenham um papel importante na captação de CO2, ajudando a reduzir assim a taxa de crescimento dos níveis de dióxido de carbono na atmosfera", explicaram os autores do estudo, sublinhando a necessidade de proteger as florestas no continente africano.


No entender de Helene Muller-Landau, uma especialista do Instituto de Investigação Tropical Smithonian, no Panamá, a crescente absorção de CO2 por parte das florestas africanas pode ter duas explicações."As árvores ou sofreram grandes danos no passado e actualmente estão em fase de repouso, ou então, estão a ser perturbadas pelas mudanças climáticas e atmosféricas de tal maneira que se encontram em transição", considerou a especialista.


Por sua vez, outro estudo levado a cabo por cientistas da Universidade britânica de Leeds, adiantou que as árvores das florestas virgens estão a crescer e a capturar cada vez mais dióxido de carbono na atmosfera, o que contribui para atenuar os efeitos das alterações climáticas."Estamos a receber um subsídio gratuito da natureza", afirmou Simon Lewis, principal autor do estudo. Pela primeira vez, os cientistas conseguiram calcular a quantidade de C02 absorvido pelas florestas tropicais virgens, que ascende a 4.800 milhões de toneladas anuais, um valor que equivale a uma quinta parte das emissões causadas pela queima de combustíveis fósseis.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Alguns vírus cancerígenos mudam geneticamente para enganar as defesas

Os vírus causadores de alguns cancros modificam o seu material genético para enganar as defesas do organismo

Estas alterações epigenéticas também podem estar presentes nos vírus como o da sida ou o da gripe, assinala um estudo.
O objectivo da investigação é esclarecer porque é que algumas pessoas portadoras de virus oncogénicos os eliminam, outras progridem para uma infecção e outros portadores acabam por desenvolver um tumor canceroso, e ainda ver que modificações no genoma estão implicadas neste processo.
Para o estudo fez-se uma mapa completo da metilação do ADN, um tipo específico de modificação química do material genético a partir de vários tipos de vírus relacionados com tumores, no que é a primeira análise completa que se faz do epigenoma de um ser vivo completo, como é um vírus.
O estado de metilação de alguns genes pode ser usado como um marcador do desenvolvimento dos tumores e para decifrar as complexas regras que determinam que tipo de genes podem ser metilados (alterados) durante a génese de um tipo de cancro, o que pode ser muito útil para se fazer um diagnóstico precoce.
Ao comparar o metiloma em portadores assintomáticos do vírus, em pacientes com uma infecção activa e em pacientes que estão a desenvolver um cancro, os investigadores viram que nos primeiros não está metilado, que ao desenvolver-se uma infecção começa a metilar, e que ao ter um tumor, o genoma do vírus está muito metilado.
Perante estes resultados, concluíram que a metilação é um mecanismo que usa o vírus para esconder-se do organismo, o que lhe permite perpetuar-se nas células.

Fonte: Jornal de notícias

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Falta de sono desliga centros do cérebro que controlam emoções.


Cientistas conseguiram provar neurologicamente por que motivo a falta de sono conduz a um comportamento emocional irracional, com reacções exageradas a experiências negativas.

Segundo o estudo, a privação de sono "desliga" a região do lóbulo pré-frontal, que normalmente mantém as emoções sob controlo, provocando nos centros emocionais do cérebro uma reacção exagerada a experiências negativas.
O novo estudo da Escola Médica de Harvard e da Universidade da Califórnia, em Berkeley, é o primeiro a explicar ao nível neural o que parece ser um fenómeno universal: que a perda de sono conduz a um comportamento emocional irracional, de acordo com os investigadores. A descoberta pode também oferecer algumas explicações clínicas para a relação entre as interrupções de sono e alguns problemas psiquiátricos, podendo ajudar com novos mecanismos para tratar estas desordens ao nível cerebral.


Mais importante, este estudo demonstra o perigo de não dormir o suficiente. A privação de sono quebra os mecanismos do cérebro que regulam os pontos-chave da nossa saúde mental.

Níveis altos de colesterol bom previnem Alzheimer e demência


Os níveis altos de “colesterol bom” podem prevenir a perda de memória e outros problemas neurológicos que antecedem doenças como Alzheimer e outras formas de demências, defendem cientistas europeus num estudo publicado numa revista científica inglesa.

O estudo analisou 3.700 homens e mulheres britânicos, tendo os cientistas do Instituto Nacional de França para a Investigação Médica e da University College, de Londres, chegado à conclusão que a diminuição desse “colesterol bom” ou lipoproteína de alta densidade (HDL) está ligada à perda de memória a partir dos 60 anos.

Alzheimer é uma doença neurológica progressiva e incurável que se manifesta pela perda de memória, por demência e que leva à morte do doente, manifestando-se geralmente em pessoas com mais de 65 anos. Segundo o estudo, os altos níveis de HDL também podem reduzir o perigo de doenças cardiovasculares. Por outro lado, o “colesterol mau” ou lipoproteína de baixa intensidade (LDL) acumula-se nas paredes arteriais e causa problemas cardiovasculares que podem ser fatais.


Fonte: www.cienciahoje.pt

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

A esperança nasce com as celulas estaminais

Uma equipa britânica, cujo objectivo é a produção de um coração humano, criou, uma válvula cardíaca a partir de células estaminais...
Esta investigação realiza-se no Harefield Hospital de Londres onde estes investigadores cultivam células estaminais extraídas da medula óssea para produzir um tecido que funciona como uma válvula no coração humano.
Esta equipa dirigida por Magdi Yacoub , professor de cardiologia no Imperial College de Londres, declara que apesar de este projecto ser muito ambicioso e muito trabalhoso, é possível de realizar.

"Se me perguntarem quando será isso possível, direi dez anos. Mas a experiência mostrou que os progressos permitem hoje avanços muito mais rápidos. Não ficaria surpreendido se isso acontecesse muito mais rapidamente do que se pensa".

In "The Guardian"


Mais uma vez, a ciência é a resposta aos nossos problemas!
Em 2005 ,15 milhões de pessoas morreram de doenças cardiovasculares em todo o mundo.
Imaginem agora, esse valor, diminuir de um ano para o outro, e tudo isto a dever-se ao facto de o homem conseguir produzir corações a partir de células estaminais!
Parece um pouco futurista de mais, não parece?
Mas, a realidade é que, se ninguém tentasse fazer experiências e correr risco, talvez ainda estivéssemos numa sociedade muito menos desenvolvida...
A ciência é mesmo assim....
Um bem haja a todos aqueles que não desistem mesmo vendo as probabilidades do seu trabalho resultar serem escassas!

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Chloracidobacterium thermophilum - a luz do futuro...

Foi descoberta, no lago do parque nacional de yellowstone nos EUA, mais propriamente nos estados de Montana, Wyoming e Idaho, uma bactéria que converte luz em energia!
É claro que se fosse apenas este feito não seria nada de mais, uma vez que na actualidade, existem muitos organismos e microorganismos capazes do mesmo feito!
O especial desta bacteria, é o facto de ela não ser tão comum, ou seja, segundo os cientistas, esta bacteria realiza a fotossintese de uma forma diferente das entao descobertas...
A Chloracidobacterium thermophilum, realiza a fotossíntese de uma forma ainda mais eficiênte, ou seja, faz, com a mesma quantidade de luz, produzir mais energia que as outras até agora conhecidas...
In "science"

Como podemos ver, por vezes, pequenas descobertas destas em que seres como a Chloracidobacterium thermophilum já existe á milhões de anos, e que vão permitir fazermos pesquisas para o melhoramento do rendimento dos paineis fotossinteticos, para serem aplicados num futuro.
Cada vez mais nos apercebemos que encontramos na natureza, tudo aquilo que precisamos para desenvolver a tecnologia do futuro.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

A essência da vida - os genes (Mega Post)

Quando começou o estudo do corpo humano e sua constituição básica, nomeadamente células e seu ADN, foi pensado que o ser humano teria milhares de genes e que por ser supostamente o ser mais complexo do seu planeta teria também a maior quantidade de genes alguma vez conhecida…
O Genoma é o conjunto de genes que estão presentes no nosso ADN. São estes genes que fazem de no aquilo que somos, ou seja, são eles que possuem as informações que todas juntas permitem a vida…
O primeiro investigador que se dedicou ao estudo da genética, mesmo sem saber muito ou quase nada sobre isso foi Mendel em 1856.
Mendel foi um monge Austríaco que descreveu as leis básicas da hereditariedade a partir de um estudo sobre sucessivas gerações de ervilhas verdes e amarelas. Concluiu que existiam elementos autónomos que controlavam as características hereditárias.
Apesar de todas as descobertas e do caminho que foi percorrido por ele na genética, a sociedade do seu tempo ignorou os seus feitos, só sendo estes valorizados muito mais tarde. De tal forma que Mendel é considerado o pai da genética…
Em 1881, Edwar Zacharias prova que os cromossomas contêm o ADN descoberto por Miescher
Apartir daqui os investigadores começam a aprofundar muito mais que antes, devido também ao desenvolvimento e revolução da tecnologia…
Richard Altmann baptiza a nucleína com o nome de ácido nucleico (1889).
Em 1910 Thomas Morgan descobre que os genes estão localizados nos cromossomas;
Herman J. Muller comprovou que os raios X podiam causar mutações e modificar o ADN em 1927;
Em 1929 Griffinth faz a 1ª. Experiência de transferência genética passando ácido nucleico de uma bactéria para outra, transmitindo-lhe assim as suas características.
Em 1953, James Watson e Francis Crick descobrem como é feita a molécula de ADN. Possui a forma de uma dupla hélice em espiral, com apenas quatro peças, o que se revelou uma molécula muito mais simples do que havia sido imaginado.
1958 - Comprova-se que ao replicar-se, a dupla hélice do ADN dissocia-se. Um ano depois, Severo Ochoa e Marianne Grunberg-Manago obtiveram RNA-polimerase in vitro. Começa então a investigação para decifrar o código genético, o que se podia fazer com a enzima descoberto por Ochoa. A equipa de Ochoa e a de Marshall Nirenberg conseguem, em 1966, decifrar o código genético, no qual o RNA mensageiro determina a produção de aminoácidos (estruturas que juntas formam as proteínas).
Em 1960, Paul Berg consegue clonar ADN.
Em 1970, os cientistas descobrem como cortar e pegar fragmentos de ADN, o que abre as portas para aos grandes avanços posteriores da engenharia genética. H. Gobind Khorana sintetizam pela primeira vez um gene de um aminoácido, constituído por 77 pares de bases, e isolam também pela primeira vez uma enzima de capaz de cortar troços de ADN em lugares específicos.
1973 - Nasce a engenharia genética quando Stanley Cohen e Herbert Boyer transferem um gene pela 1ª. Vez. Eles inserem um gene de sapo africano no X de uma bactéria.
Em 1980 é construída a primeira fábrica industrial para produzir insulina. Os cientistas começam a identificar os genes que causam enfermidades concretas e o cancro é um dos primeiros que se será investigado.
1984 Criado o 1º. Teste de identificação genética, a impressão digital…
1985 - Ralf Prinster cria o 1º. Porco transgénico.
Surgem as primeiras plantas transgénicas que produzem proteínas contra doenças humanas (1989).
Em 1990 realiza-se a 1ª terapia genética. O paciente foi uma menina de 4 anos com uma grave deficiência imunológica. A menina Ashanti Silva está viva e livre de parte da doença.
1993 - Jerry Hall clona um embrião humano;
Em 1995 é decifrado o primeiro genoma de um ser vivo, o da bactéria haemophilus influenzae , causadora da meningite e infecções no ouvido. Nasce a 1º. Ovelha transgénica (Tracy) que produz leite com proteínas humanas.
Em 1999 é decifrado o 1º cromossoma humano, o 22.
Em 2000, a 26 de Junho de 2000, o genoma humano é dado por decifrado nas suas partes essenciais. Esta enorme e importantíssima descoberta é anunciada simultaneamente na China, Japão, França, Alemanha, e Grã-Bretanha e EUA;
Uma das descobertas mais interessantes está no facto de se verificar que os seres humanos compartilham entre si 99,99% de seus genes. Daqui ode conclui-se que pode existir maior diferença entre duas pessoas da mesma raça do que a que há, por exemplo, entre um asiático e um negro.
Como dá para perceber, este foi um logo caminho a percorrer, e que só foi possível devido aos avanços na tecnologia.
Ainda á muitas porções de ADN que são consideradas “lixo” uma vez que ainda não lhe foi descoberta nenhuma função especifica.
Mas a realidade é que muitos cientistas pensam que estas porções de ADN, supostamente inúteis, trarão grandes informações no futuro de forma e não deixar apagar a chama da investigação na área da genética, uma chama que já arde desde que nos tornamos Homens, ao procurarmos a nossa existência e de onde viemos…
O genoma humano tem uma grande importância na sociedade, pois a partir deste é possível conhecer as causas da maioria das doenças. O seu conhecimento permite diagnosticar e curar muitas delas, assim prever os potenciais riscos das mesmas ocorrerem em determinadas pessoas.
O estudo do genoma humano foi inicialmente levado com muito empenho por parte dos cientistas que o realizaram como também pela comunidade cientifica e foi bem interpretado pela sociedade mundial. A concretização deste estudo pôs fim a muitas especulações ate lá criadas.
As principais conclusões resultantes da analise do genoma humano foram ao contrario do que muitos estimavam, como o ser humano ter 150.000mil genes ficou provado que era um numero demasiado grande e estimasse agora que tenha apenas 35.000genes, sendo este o primeiro genoma de vertebrado a ser sequenciado. Conclui – se que mais de 50% das sequencias genicas são repetidas, foram anotados um numero total de 31.778 genes e verificou-se que as taxas de modificações genéticas são maiores em homens do que em mulheres.
Este estudo levou a que fosse criado um melhor entendimento da genética e do ser humano a nível celular, cabe agora as futuras gerações continuar a investigação sobre os genes humanos para que se consiga entender as origens de certas doenças e compreender melhor o ser humano.